sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Elevador


Uma família do interior chegou à cidade grande. Aquele olhar de curiosidade pairava por todos os lados.

O pai, um senhor de idade, observava tudo para garantir a segurança da esposa, uma senhora também de idade, e os dois filhos, um de 14 e outro de 12 anos.


Ao chegar em um prédio importante da cidade grande, a família começou a ver as estrutura tão bem feita, a o tamanho do prédio que os fazia pensar tão pequenos. Quantas novidades havia naquele lugar.


Cada coisa que eles estavam vendo pela primeira vez, isso era impressionante.


Em certo momento, a mãe da família saiu de vista, foi fazer algumas perguntas na recepção do local, enquanto isso, os pais e os filhos continuavam a obersvar.


O que mais chamou a atenção deles foi um elevador.

Eis o motivo.

Uma senhora entrou no elevador, subiu até o andar que queria e ali ficou. Uma jovem bonita pegou e mesmo elevador, porém, já quando ele descia.

Para eles, uma fonte da juventude.


Naquele momento, o pai expressa a vontade que veio ao seu coração, sem entender o funcionamento daquele elevador.

"Meninos, tragam sua mãe aqui, tenho algo para ela!!"






O que há em seu coração é expressado por seus desejos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Melhor Presente de Natal


Durante a Segunda Guerra Mundial, quatro soldados americanos que haviam estado na frente de batalha por algum tempo, foram enviados a um pequeno vilarejo francês para um breve descanso. Quando eles chegaram à vila, descobriram que era véspera de Natal. Então começaram a discutir como deveriam comemorar essa data. Um dos soldados disse: “Quando estávamos vindo para cá, hoje de manhã, notei um orfanato não muito longe daqui. Por que não vamos até lá pela manhã e levamos alguns presentes de Natal para aquelas crianças?”


Os outros gostaram da idéia, e quanto mais falavam sobre isso mais entusiasmados ficavam. Então compraram vários tipos de brinquedos, bombons, roupas, alimentos, livros e joguinhos, e na manhã seguinte apareceram em frente ao orfanato com maravilhosos presentes para todas as crianças.


O diretor da instituição ficou contente e todas as crianças se deliciaram ao abrir os presentes. Todas, menos uma menininha, que ficou quieta num canto. Ela parecia ter uns cinco ou seis anos de idade e seu rostinho parecia muito triste. Um dos soldados percebeu que ela não estava participando da alegria geral e perguntou ao diretor quem era a garota.


“Oh, coitadinha”, disse ele. “Ela está aqui há apenas uma semana. Seus pais morreram num acidente de carro e não havia ninguém que a amparasse, de modo que a trouxemos para cá.”


O soldado aproximou-se da garotinha e gentilmente lhe perguntou: “Hoje é dia de Natal e temos aqui lindos presentes: brinquedos, roupas, bombons, alimentos, livros e joguinhos. O que você mais gostaria de ganhar?”


A menininha respondeu: “Eu quero que alguém me abrace!”




Às vezes, o melhor presente é simplesmente um abraço.

Distribua











[Texto retirado do livro de Meditações Diárias - 23.12.2010]

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Soldado


Certa vez, em uma determinada guerra em dois distintos países, um grupo de soldados estavam armando um emboscada para o exército inimigo.

O capitão que estava responsável por todos os movimentos daquele grupo, designou a cada tentente o que deveria ser feito, depois, cada tentente transmitiu as informações para os subalternos a fim de todos terem em mente a estratégia e o intuito era que a mesma fosse fosse realizada com perfeição.


No momento oportuno, a operação começou a ser realizada.

Ao perceber o tiroteio que acontecia, a chuva de bombas e o cheiro de morte no ar, um soldado apavorado teve um brilhante idéia. Retirou o casaco que o cobria, pegou o casaco de algum atingido e o vesitu, sendo assim, ficou com a calça e capacete de um exército e também com o casaco da um outro exército. O soldado deitou no chão e esperou que ninguém atirasse nele, pois agora ele pertencia aos dois exércitos.




Grande engano


Quem está dois lados leva tiro de ambos


Pense nisto

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Eureka!



A história (ou lenda) conta que Arquimedes, um dos mais importantes matemáticos e cientistas da Antiguidade, procurava um maneira de responder ao rei Hireão II, rei de Siracusa, se a coroa que o rei usada era realmente de ouro puro.


Certo dia, enquanto tomava banho, Arquimedes percebeu que quanto mais seu corpo mergulhava na água da banheira, mais a água transbordava. Com essa importante observação, Arquimedes concluiu que a densidade de seu corpo fez a água transbordar. De tanta felicidade, saiu de casa correndo gritando o que está no título desse post:


"Eureka, Eureka!"



O fato é que essa palavra, Eureka, é nada mais, nada menos que a primeira pessoa do singular do perfeito do indicativo do verbo heuriskein. Resultado final: "Encontrei!"



João 1:41 traz essa exclamação, porém, os discípulos ali não encontravam uma nova fórmula física que mudaria a história da física, mas eles encontraram alguém que mudaria a vida deles e a de cada um que entrasse em contato com ele, "Encontramos o Messias (o Cristo)"


Cristo, Messias, Jesus, não importa como você O chama, Ele é Aquele que você ao encontrar você tem uma transformação.



Encontre

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Presente



Um menino de 8 anos de idade pede ao seu pai um presente de aniversário. Nada muito específico, só queria ir com o pai para saber o que receberia de presente.


O pai levou o garoto à melhor loja de brinquedos. Com os melhores bonecos, as mais coloridas bolas de futebol, as bolinhas de gude mais bem preparadas.


Chegando a porta da loja, o menino fica ansioso para saber o que iria receber.


Ao entrar na loja, o pai fala para o garoto que tinha uma surpresa. O pai queria que o menino escolhesse qualquer presente que ele quisesse. Não havia limite de tempo para a escolha, não havia limite de preço, era apenas olhar, observar e escolher.


O menino encontra tantos brinquedos que fica até em dúvida, mas faz uma pergunta ao pai esquecendo do que havia sido combinado. "Você pode escolher o que quiser, filho".

Pergunta ao pai qual dos brinquedos ele leva.


Isso se repete por algumas vezes.


O pai insiste:
"Escolha, filho. Pense apenas no que eu quero dar a você. Dessa vez, é sua escolha".







Escolha

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Viagem


O menino entra no avião com lápis de cor e alguns papéis se preparando para desenhar toda a viagem. Algumas pessoas ao redor um pouco apreensivas enxergam no menino uma coragem arrebatadora.


Em certo momento, o avião começa a passar por pequenas turbulências, nada que assuste a muitos.

As turbulências foram aumentando e as pessoas começaram a se assutar.


Em certo momento, uma mulher já estava quase explodindo de tanto medo que estava sentindo por causa das contínuas turbulências. Essa mulher ao ver a calma e tranquilidade do garoto, que continuava desenhando, na medida do possível, perguntou a ele:


-Ei, mocinho! Você não está com medo de acontecer alguma coisa com o avião?



O garoto calmamente responde a pergunta daquela mulher:


- Olha, moça. Não estou com medo, não.


E ainda complementou:


- Fique sabendo que o piloto desse avião é meu pai.





Geralmente, confiamos em quem conhecemos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bom para que, mesmo?


Certo garoto de origem judaica, de uma família de classe média da cidade de Tréveris, na época do reinado da Prússia sentou-se a mesa para jantar com sua família. Sua mãe, Henri, uma judia holandesa e seu pai, Herschel, descendente de uma linhagem rabínica, era um advogado e conselheiro de justiça. Karl era o último dos sete filhos que aquele casal possuía.

Naquela janta o pai divulga uma decisão tomada por ele:


"Atenção, no próximo sábado não iremos mais à sinagoga. Iremos em uma igreja luterana aqui próxima".


Para o pai era fácil dizer aquilo. Havia restrições para a presença de membros de etnia judaica no serviço público.



O filho Karl [Marx] decepcionado com a decisão pergunta o motivo da mudança.


A resposta do pai foi objetiva:

"Porque é bom para os negócios, filho".


O sábado é um dia de repouso.

Isso significa abstenção do trabalho em geral. No nosso caso, todo e qualquer trabalho cujo objetivo seja crescimento próprio.





Descanse neste ponto no tempo

sábado, 23 de outubro de 2010

10 razões para não tomar banho

10 razões para não tomar banho




1. Me forçaram a tomar banho quando pequeno.


2. As pessoas que tomam banho são hipócritas, elas se acham mais limpas do que as outras.


3. Há muitos tipos de sabonetes, não saberia qual escolher.


4. Eu costumava tomar banho, mas a rotina o tornou chato.


5. Tenho um monte de amigos que não tomam banho.


6. Sempre tomo banho na páscoa, natal e ano novo.


7. Quando eu estiver mais velho, prometo que tomarei banho.


8. Não tenho tempo para banhos.


9. O banheiro é muito frio.


10. Os fabricantes de sabonete estão atrás do meu dinheiro, apenas.





[Se essas desculpas servirem para quem não vai à igreja, isso é mera coencidência]

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Neguebe


O povo acabara de sair do cativeiro (comentaristas dizem que este era o cativeiro babilônico), imagine a tremenda alegria que eles sentiam pela liberdade que tinham. Um sonho estava se realizando, Deus os trouxera ao lugar que era deles.

O sorriso do povo de Israel ia de orelha a orelha. Até os outros povos falavam das maravilhas e gradiosidades que Deus fez para Israel. O Deus de Jacó se fazia mais e mais conhecido.


A partir do verso quatro do salmo 126 o sentimento parece mudar. Parece que o deserto pelo qual eles deviam estar passando os lembrou daquilo que eles realmente eram (e nós realmente somos), pessoas vazias por dentro.

O verso quatro traz aquilo que por muito tempo não compreendi, o povo pede em forma de cântico (o que este salmo realmente é) para serem completado, preenchidos assim como Deus fez com Neguebe. Mas que relação tem Neguebe?


A partir do momento que você compreende o deserto do Neguebe, você entende o que Deus estava para fazer com o povo de Israel, e o que Ele está disposto a fazer com você e comigo.


O Neguebe ficava na parte sul da Palestina. No verão era extremamente árido e raramente chovia durante o ano. Porém, no outono, quando caía algumas gotas d'água e os ribeiros passavam a subir, havia vida novamente.


Por mais seco que esteja o seu Neguebe, a sua vida, Deus tem água suficiente para trazer um reavivento e fazer brotar em você as mais lindas flores.