segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Presente



Um menino de 8 anos de idade pede ao seu pai um presente de aniversário. Nada muito específico, só queria ir com o pai para saber o que receberia de presente.


O pai levou o garoto à melhor loja de brinquedos. Com os melhores bonecos, as mais coloridas bolas de futebol, as bolinhas de gude mais bem preparadas.


Chegando a porta da loja, o menino fica ansioso para saber o que iria receber.


Ao entrar na loja, o pai fala para o garoto que tinha uma surpresa. O pai queria que o menino escolhesse qualquer presente que ele quisesse. Não havia limite de tempo para a escolha, não havia limite de preço, era apenas olhar, observar e escolher.


O menino encontra tantos brinquedos que fica até em dúvida, mas faz uma pergunta ao pai esquecendo do que havia sido combinado. "Você pode escolher o que quiser, filho".

Pergunta ao pai qual dos brinquedos ele leva.


Isso se repete por algumas vezes.


O pai insiste:
"Escolha, filho. Pense apenas no que eu quero dar a você. Dessa vez, é sua escolha".







Escolha

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Viagem


O menino entra no avião com lápis de cor e alguns papéis se preparando para desenhar toda a viagem. Algumas pessoas ao redor um pouco apreensivas enxergam no menino uma coragem arrebatadora.


Em certo momento, o avião começa a passar por pequenas turbulências, nada que assuste a muitos.

As turbulências foram aumentando e as pessoas começaram a se assutar.


Em certo momento, uma mulher já estava quase explodindo de tanto medo que estava sentindo por causa das contínuas turbulências. Essa mulher ao ver a calma e tranquilidade do garoto, que continuava desenhando, na medida do possível, perguntou a ele:


-Ei, mocinho! Você não está com medo de acontecer alguma coisa com o avião?



O garoto calmamente responde a pergunta daquela mulher:


- Olha, moça. Não estou com medo, não.


E ainda complementou:


- Fique sabendo que o piloto desse avião é meu pai.





Geralmente, confiamos em quem conhecemos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bom para que, mesmo?


Certo garoto de origem judaica, de uma família de classe média da cidade de Tréveris, na época do reinado da Prússia sentou-se a mesa para jantar com sua família. Sua mãe, Henri, uma judia holandesa e seu pai, Herschel, descendente de uma linhagem rabínica, era um advogado e conselheiro de justiça. Karl era o último dos sete filhos que aquele casal possuía.

Naquela janta o pai divulga uma decisão tomada por ele:


"Atenção, no próximo sábado não iremos mais à sinagoga. Iremos em uma igreja luterana aqui próxima".


Para o pai era fácil dizer aquilo. Havia restrições para a presença de membros de etnia judaica no serviço público.



O filho Karl [Marx] decepcionado com a decisão pergunta o motivo da mudança.


A resposta do pai foi objetiva:

"Porque é bom para os negócios, filho".


O sábado é um dia de repouso.

Isso significa abstenção do trabalho em geral. No nosso caso, todo e qualquer trabalho cujo objetivo seja crescimento próprio.





Descanse neste ponto no tempo

sábado, 23 de outubro de 2010

10 razões para não tomar banho

10 razões para não tomar banho




1. Me forçaram a tomar banho quando pequeno.


2. As pessoas que tomam banho são hipócritas, elas se acham mais limpas do que as outras.


3. Há muitos tipos de sabonetes, não saberia qual escolher.


4. Eu costumava tomar banho, mas a rotina o tornou chato.


5. Tenho um monte de amigos que não tomam banho.


6. Sempre tomo banho na páscoa, natal e ano novo.


7. Quando eu estiver mais velho, prometo que tomarei banho.


8. Não tenho tempo para banhos.


9. O banheiro é muito frio.


10. Os fabricantes de sabonete estão atrás do meu dinheiro, apenas.





[Se essas desculpas servirem para quem não vai à igreja, isso é mera coencidência]

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Neguebe


O povo acabara de sair do cativeiro (comentaristas dizem que este era o cativeiro babilônico), imagine a tremenda alegria que eles sentiam pela liberdade que tinham. Um sonho estava se realizando, Deus os trouxera ao lugar que era deles.

O sorriso do povo de Israel ia de orelha a orelha. Até os outros povos falavam das maravilhas e gradiosidades que Deus fez para Israel. O Deus de Jacó se fazia mais e mais conhecido.


A partir do verso quatro do salmo 126 o sentimento parece mudar. Parece que o deserto pelo qual eles deviam estar passando os lembrou daquilo que eles realmente eram (e nós realmente somos), pessoas vazias por dentro.

O verso quatro traz aquilo que por muito tempo não compreendi, o povo pede em forma de cântico (o que este salmo realmente é) para serem completado, preenchidos assim como Deus fez com Neguebe. Mas que relação tem Neguebe?


A partir do momento que você compreende o deserto do Neguebe, você entende o que Deus estava para fazer com o povo de Israel, e o que Ele está disposto a fazer com você e comigo.


O Neguebe ficava na parte sul da Palestina. No verão era extremamente árido e raramente chovia durante o ano. Porém, no outono, quando caía algumas gotas d'água e os ribeiros passavam a subir, havia vida novamente.


Por mais seco que esteja o seu Neguebe, a sua vida, Deus tem água suficiente para trazer um reavivento e fazer brotar em você as mais lindas flores.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Marcas do Amor



"No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gn 1:1), criou Deus também a luz, as águas, a vegetação, plantas, astros luminosos, o sol a lua e Deus viu que tudo era perfeito. O maior ato de criação de Deus foi o homem, o maior ponto de perfeição, feito a Sua imagem e semelhança.


Infelizmente, o pecado adentrou o coração humano, o inimigo de Deus atuou para que o homem andasse por um momento separado de Deus.


Para que pudéssemos ter a possibilidade de salvação, Deus enviaria Cristo, nosso único Salvador.
"e por meio dEle [Cristo] reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo sangue derramado na cruz" (Cl 1:20)


A cruz foi o momento da derrota de Satanás, porém as marcas ficaram.
Aquilo que eram marcaa de um assassinato, marcas de dor, são para nós marcas de um sacrifício,
marcas do amor.



Texto utilizado para introdução da música Marcas do Amor (Grupo Novo Tom) na IASD Central de Campos dos Goytacazes - RJ no dia 11 de outubro de 2010.

domingo, 3 de outubro de 2010

Vince

Descrevendo a vida de Vince, Edmund Steimle narra em forma de poesia um momento de vida difícil para aquele ser humano.

Passando por dificuldades na vida, uma traição em seu casamento e passa a caminhar pelas ruas da cidade até chegar nos limites da cidade, um lugar extremamente deserto, um lixão da cidade, local onde todo o lixo é queimado. Com lágrimas rolando por seu rosto, Vince olha para o céu, observando a criação de Deus e com embargo na voz clama: "Pai, está aí?"

o céu, então responde: "Endereço desconhecido".

Quase todos nós já experimentamos dificuldades na vida, momentos de desapontamentos, traumas, emoções negativas, uma crise pessoal ou mesmo um período de uma grande doença.
Quando nosso chão parece ruir e desmoronar.

Buscando conforto em Deus, clamamos como Vince, e ainda mais, nossas orações parecem voltar com um carimbo vermelho dizendo "endereço desconhecido".


De forma alguma a Bíblia diz que poderíamos viver sem nenhum aperto ou frustação.
(Jo 16:33)

Deus sempre responde nossas inquietações, porém, muitas vezes as respostas parecem não ter sentido, razão ou qualquer ligação com que estamos passando.
Lembro-me de Jó, o que mais o aflige não foi ter perdido sua família, posses, saúde e tudo mais. O que realmente o incomoda foi o fato de Deus não ter se comunicado com com Jó, Deus ter o (aparentemente) o abandonado. "Se tão somente onde encontrá-çp e como ir à sua habitação! Eu lhe apresentaria a minha causa e encheria a minha boca de argumentos" (Jó 23:3 e 4).

Lembre-se Deus jamais se esqueceu dele. Jó precisa saber só o necessário, ou melhor, lembrar-se do que realmente era primário. Deus lembrou a Jó que ainda existam dores de cabeça, existe um ser maior maior que os problemas, um Deus que criou cada um de nós e tem cuidado de nós.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Mensagem Final de Sócrates


Não há relatos de nada escrito por Sócrates, porém, muito foi escrito sobre sua vida e sua filosofia. Não se sabe ao certo se teve algum outro tipo de trabalho além da filosofia, mas compreende-se que seu estudo sobre a vida e seu ponto de vista foram muito importantes para o que temos hoje.


Sua morte ocorreu em 399 a.C., por envenenamento. Sócrates já sabia o que estava tomando, mas não se intimidou com isso. A morte para ele não causava medo.


As últimas de Sócrates não foram muito o que seus companheiros, discípulos e seguidores esperavam. Talvez uma frase de filosofia sublime ele falaria, mas não muito isso o que aconteceu.

Ao falar para Críton, o que estava mais próximo no momento, soltou as seguintes palavras:

- Críton, devemos um galo a Asclépios, pois bem, pagai minha dívida.


Estranho, nada de palavas bonitas. Só um dívida de um galo, um frango.


Pv 11:1 mostra que "balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer".


Até os que não compartilham do nosso ponto de vista sabem o que é realmente moral e deve sempre estar como princípio.



Seja justo

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Independência ou morte?



Nesta semana, toda a República Federativa do Brasil comemorou o ato de independência da pátria-mãe. Este fato foi, simplesmente, a emancipação política de Portugal, reino que governava o Brasil.


A história conta que em 1822, nosso príncipe regente soltou fortemente um brado que ficou conhecido como o "grito do Ipiranga".


Às margens do rio Ipiranga, D. Pedro recebe uma carta com ordens para voltar à Portugal e submeter-se à coroa portuguesa, novamente. Maria Leopoldina e José Bonifácio também enviaram cartas dizendo as opiniões que tinham e apoiando a decisão de um ato separatista.


Bom, "independência ou morte" foi a frase dita. Porém, quando observamos toda a história, muitos outros fatos estão envolvidos e eles não mostram nada a vontade de um real desenvolvimento de um novo reino ou país.


Quando vemos os fatos de um outra história, aprendemos que independêcia é morte. O brado que foi solta, não à margem do Ipiranga, mas no Calvário era para que um reconciliação fosse feita. Está consumado!(Jo 19:30) Palvras que não apontavam uma vontade de manter o poder em suas mãos ou ter um reino todo para si, mas palavras que mostravam um laço que estava sendo novamente ligado.


No Éden, Adão e Eva prova que a independência de Deus é morte, morte eterna. Somente a vida poderia pagar este preço.

Na cruz, este preço foi pago e não foi de forma parcial ou parcelada. No original grego, a palavra aponta que o preço foi pago em sua totalidade.


O que você prefere?


dependência (de Deus) ou morte?


Decida-se