segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Desenho


Observe o desenho acima.
Eu faço uma pergunta a você: O que é este desenho?

Geralmente, as crianças têm um costume muito interessante. Como forma de expressar aquilo que estão sentindo, para explicar a maneira que elas enxergam o mundo, as crianças fazem desenhos.

Eu me lembro de quando era pequeno, da maneira como desenhava. Olhando hoje para os desenhos, percebi que quanto mais novo eu era, menos as pessoas entendiam o que eu estava desenhando.
Ao olhar para os meus pais, percebo hoje, que eles mesmo sem entender o que eu estava desenhando eles gostavam e apreciavam todo e qualquer desenho que eu fazia.


Acredito que é dessa maneira que Deus aceita o nosso louvor. Mesmo na nossa imperfeição e limitação humana, Deus aceita a cada louvor feito por cada pessoa.
Por mais que incapacitados que sejamos de fazer o louvor perfeito, Deus aceita aquilo que fazemos.

A simplicidade da gratidão é apresentada a Deus. Mesmo que nosso seja um desenho difícil de entender ou mesmos uns rabiscos incompreensíveis, Deus vê esse desenho e esses rabiscos e os aceita se o fizermos de coração.

Deus utiliza o mesmo princípio usado pelos pais. O amor.



Louve

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Bicicleta


Joãozinho chegou até sua mãe com um pedido em seu coração, um bicicleta.

Ao analisar o comportamento do filho, viu que não seria possível dar o presente que ele havia pedido. A notas estavam baixas, conversava muito em sala de aula, brigava com a irmãzinha, não fazia as tarefas de casa. Resumindo, Joãozinho tinha muito que melhorar.

Para não dizer ao filho que não iria dar a bicicleta, a mãe resolveu testar o menino. Mandou que ele fosse pedir para Jesus o tão sonhado presente.

Joãozinho vai para seu quarto começa a primeira oração em forma de carta para Jesus.
"Querido Jesus, o Senhor sabe que fui um bom menino durante um bom tempo. Tenho estudado bastante, prestado atenção em todas as aulas, tenho feito minhas tarefas de casa da melhor forma possível e até tenho dado a maior atenção para minha irmãzinha.
Acho que mereço esse presente que tanto quero, uma bicicleta.
Com amor
Joãozinho".

Ao terminar a carta, Joãozinho olhou bem para ela e percebeu que não estava sendo verdadeiro. Amassou o papel.

Começou a redigir outra carta:
"Querido Jesus, não tenho sido o melhor aluno em sala de aula e nem nas tarefas, mas o Senhor sabe que ao menos sou aplicado, não é?
Quanto a minha casa, estou fazendo as tarefas, ao meu tempo, obviamente. E só brigo com minha irmã quando ela vem atrapalhar minhas atividades.
Por esses motivos, acho que a bicicleta pode ser minha.
Assinado:
Joãozinho".
Mais uma vez, Joãozinho olhou a carta e viu que não estava sendo totalmente honesto, lixou fora essa página e saiu de casa para dar uma volta.

Entrando em uma igreja imensa começou a notar a quantidade de estátuas, estatuetas, quadros e pinturas, ficou impressionado.
Rapidamente, Joãozinho pegou um objeto da igreja e, sem ser notado, saiu correndo da igreja e foi para sua casa.

Entrou em casa e logo foi para o seu quarto. Pegou um lápis e um pedaço de papel e começou a escrever:
"Jesus, estou com sua mãe de refém.
Para tê-la de volta, você precisa enviar um bicicleta que estará tudo certo.

Ass: Você sabe quem!"



Muitas vezes achamos que a oração é uma forma de barganhar com Deus, sendo que estamos enganados ao pensar assim.

Oração é um ponto de contato aberto a todo e qualquer momento para falar com Deus.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Grilo




Um grande estudioso da vida animal, com doutorado em grilos, possuía o conhecimento imenso nos mais variadas espécies de grilos.


Passeando com um amigo pelas ruas de São Paulo, parou no meio da calçada dizendo uma das coisas mais estranhas que um paulistano poderia ouvir. O especialista disse que havia escutado um grilo.


Ouvir um grilo na cidade de São Paulo é uma das coisas mais difíceis de acontecer. Em meio a tantos sonidos e barulhos, o especialista teve o ouvido aberto para aquele som que parecia impossível de se ouvir.

O acompanhante perguntou o por quê de o especialista ter ouvido o grilo.

O especialista em seu silêncio, pegou algumas moedas e as lançou pela calçada. Imediatamente as pessoas se viraram para procurar de onde vinha as moedas.



| Nós ouvimos aquilo que queremos ouvir |

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nota


Certo dia, uma família estava no aeroporto fazendo todos os preparativos para uma viagem internacional.

Depois de todos os preparativos, finalmente entraram na fila para o check-in. Passando certo tempo na fila chegaram até o guichê para que as bagagens fossem pesadas e analisadas.

Ao pesar as malas, o atendente da companhia aérea notou que a bagagem havia passado do limite de peso e era necessário o pagamento da multa para levar esse excesso de peso.

Para que a conta fosse paga, o pai da família retirou algumas notas da carteira, começou a contar para ver se tinha o valor definido pela companhia.
Vendo que tinha o suficiente, entregou o valor definido para que o peso extra fosse colocado no avião.

Ao analisar as notas, o atendente percebeu que uma delas era uma nota falsa.
Desconsertado pelo ocorrido, perguntou como ele havia reconhecido, pois ele nem havia percebido que aquela nota era falsa.

O atendente percebendo a inocência do pai, deu-lhe uma resposta muito simples:
"Para saber qual é a falsa, é preciso conhecer muito bem a verdadeira".



Cuidado com as notas falsas

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Sofrimento


Vimo no último post sobre o perdão. Há uma diferença básica entre o perdão que conseguimos conceder e o perdão vindo de Deus. Deus perdoa os nossos erros (Is 6:7) e esquece nossa transgressão jogando nossos pecados nas profundezas do mar (Mq 7:18, 19).


O detalhe é que muitas vezes passamos pelo processo do perdão ao próximo, deixamos que as feridas cicatrizem (Post: Cicatriz), mas o nosso problema não é mais com o próximo, mas com nós mesmos e ficamos remoendo isso no coração e trazendo cada vez mais o sofrimento para a vida.

Quantas e quantas vezes a culpa bate na nossa mente, parece que a consciência aponta algo a mais que nossos erros. Parece mostrar que não tem mais caminho de volta.

Muitas vezes relacionamos a culpa com o nosso sofrimento diário e assim tiramos conclusões filosóficas, psicológicas e até teológicas.

Três conclusões que tiramos são:
1. Merece sofrer porque tem culpa no cartório.
2. Não merece sofre, mas o inimigo de Deus tomou você para atrapalhar por completo sua vida.
3. Deus Se esqueceu de você.


Analise bem sua vida, observe os três pontos e pense no motivo de eles estarem em sua vida.
Se eles ainda existe lembre-se que:

1. O sangue de Jesus foi para tirar a nossa culpa. Se há algum erro na sua vida, Deus é fiel e justo para lhe perdoar (1 Jo 1:9). Se deixarmos de confessar, isso vai corroer nossa vida e nosso sofrimento será ainda maior.
2. Existem coisas que Deus causa para nosso crescimento, sabendo que vamos melhorar nossa vida com isso. Existem coisas que Deus permite que aconteça, um exemplo disso é Jó.
Mas há tamém u fato de que o sofrimento é viver no tempo presente em um mundo que geme por restauração (cf. Rm 8:18).
3. Se você acha que Deus Se esqueceu de você, saiba que está enganado. Nada do que você fizer vai aumentar ou diminuir o amor de Deus por você.


Portanto, é importante lembrar que o sofrimento é parte dessa vida de pecado, mas há Alguém que se importa com você não importa onde você está e nem como você está.
A única coisa que Ele precisa é você aceitar o seu amor e perdão.


Não deixe que o sofrimento e a culpa ocupem seu coração.


Aceite

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cicatriz


Certa vez um garoto pegou sua bicicleta azul e pequena, proporcional ao seu tamanho, a retirou da garagem e começou a passear com ela pelas ruas do seu bairro. Pedalou por várias ruas, tanto conhecidas como desconhecidas.
Conhecendo os ainda desconhecidos lugares, novas ruas, inéditas casas do bairro, percebeu um mundo ainda maior do que era conhecido em casa.
O único detalhe é que na volta para a casa, o menino passara por uma rua não asfaltada, como muita terra, pedras e galhos no chão.
Em um momento passando por cima de alguns galhos, um deles entrou no meio da roda, se prendeu aos raios da roda e parou brutalmente o movimento da bicicleta arremessando o garoto para frente e abrindo um grande machucado em sua perna e algumas lesões menores no resto do corpo.
Nada que alguns pontos, curativos, algumas dores e um tempo de repouso não resolvessem.
Hoje há uma cicatriz na perna desse menino.
Cada vez que olho a cicatriz me lembro de como aconteceu aquilo. Cada momento.
Há uma marca, há uma cicatriz, isso mostra o que aconteceu, mas há um detalhe, isso não me dói mais.
Muitas vezes a vida nos traz inquietações, dúvidas com relação ao futuro ou às pessoas.
Muitas dessas pessoas queridas fazem feridas nas nossas vidas, mas há um ponto importante, deixe que essa ferida sare e cicatrize.
O perdão humano não é necessariamente o esquecimento de um momento ruim, mas é a cicatriz que não dói mais e não afeta mais a sua vida.
A capacidade de esquecer um erro não compete a nós, mas a Deus. Perdoar o próximo é deixar que o machucado se cure e não nos afete mais.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Nó





Certa vez em uma reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.

Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, porque, quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo e, quando voltava, já era muito tarde, e o garoto não mais estava acordado.
O pai explicou que haviam muitas coisas que separavam o filho dele, mas tentava aproveitar ao máximo os momentos que tinha.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para conseguir o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado.

O nó era o meio de comunicação entre eles.



Temos algo que faz separação entre Deus e nós, este é o pecado.

Mas em todos os momentos da nossa vida, ainda que não o vejamos, sabemos que Deus passa por ela.
Vemos isso através de Seus nós.



Não desfaça os nós.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Conto do avião de papel


Certo dia a NASA abriu suas portas para que o público pudesse visitar e conhecer suas instalações.

Um garoto, empolgado com a visita, empolgado empolgado com os foguetes que ali estavam, resolveu fazer um pequeno avião com um pequeno pedaço de papel que ele tinha.
Dobrou todas as partes, observou as pontas para que nada fizesse o avião desviar ou cair rápido, ou seja, preparou tudo. O pequeno garoto havia preparado tudo para fazer aquele avião planar o maior tempo possível.

Pronto para que o lançamento ocorresse só faltava uma coisa, encontrar alguém para ver aquele ato dele.
Aguardou até que alguém importante aparecesse e logo isso aconteceu. Um astronauta acabara de entrar naquele corredor que se encontrava o garoto.

Ao avistar o astronauta, o garoto jogou o avião e aquele avião planou em direção ao astronauta.

O trajeto do avião terminou com um choque com aquele astronauta.

O astronauta pegou o avião, percebeu que era daquele garoto e com um simples gesto e sorriso devolveu o avião, sem dizer nada.

O garoto esperando para que ele analisasse todo o avião e falasse da aerodinâmica e do tempo no ar, em tudo o que o garoto fez.

Não dá pra agradar um astronauta com um avião de papel.



Não dá pra agradar a Deus com os nossos atos, mas Deus não vai amar mais a você por algo que você tenha feito ou deixar de amar você por algo que você tenha feito

Pense nisto

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Quadro


Certo dia, um pintor decidiu fazer um novo quadro.
Começou a fazer todos os preparativos para sua mais nova obra de arte.

Comprou uma grande tela, separou todas as tintas com uma ordem única, pegou todos os pincéis existentes em seu estúdio.

Antes de começar a pintar, começou a imaginar todas as possíveis formas, imagens e cores que pudessem abrilhantar se seu quadro.

Passou a desenhar um lápis bem fino, deixando na tela branca traços fortes que logo receberiam cores.
Desenhou mais e mais detalhes.
Passou a deixar as cores básicas nos principais pontos daquela obra.
Finalmente começou a pintar o quadro por inteiro.

Cor sobre cor, tom sobre tom. Tudo para deixar o quadro com a mais pura beleza.

Após tudo pronto não podia faltar a moldura.
Uma madeira bem trabalha, envernizada para durar o maior tempo possível. Pronto!

E viu o artista que era bom.


O detalhe é que ainda faltava uma única coisa, um único detalhe que faz toda a diferença.
A assinatura.
O detalhe que faz toda a diferença.


Semelhante ao quadro, Deus, como artista e criador deixou uma assinatura em Sua criação.

O Sábado é a Assinatura de Deus no quadro da Criação.